PEQUENA HISTÓRIA SOBRE PIRATARIA DE SOFTWARE

 

Nem sempre o que parece fácil é seguro.

Uma empresa de Computação Gráfica, nossa cliente, sediada em Porto Alegre, RS, trabalhava há tempos oferecendo serviços de criação de maquetes eletrônicas e renderização. Além do DataCAD, para o projeto principal e criação da maquete em 3D, a empresa usava um outro software para criação das imagens e renderização, o 3D Studio Max, da Autodesk, um dos mais conhecidos na área profissional.

A empresa, cujo nome por razões óbvias manteremos em reserva, costumava anunciar seus serviços nos anúncios classificados dos jornais e também pela Internet, no seu website, onde mantém expostas imagens de qualidade impressionante.

Sua principal fonte de indicações era a divulgação que fazia junto aos profissionais arquitetos e engenheiros com quem o dono da empresa mantém relações profissionais há muitos anos.

Muito bem preparado, o profissional desenvolve maquetes eletrônicas e imagens belíssimas desde muitos anos, e sua clientela é distribuída por todo o país, já tendo realizado trabalhos para profissionais situados em dez estados do Brasil. Conta muito com a sua experiência prática obtida em anos de trabalho no computador como projetista, e também os estudos alcançados na Faculdade, onde no momento tem a matrícula trancada, mas pretende continuar logo que as coisas se acalmarem.

No princípio usava apenas o DataCAD para todo o trabalho, desde a criação da maquete em 3D até a geração das imagens com texturas, materiais, cores, luz e sombra.  Usou de forma intensa as ferramentas oferecidas pelo software, que sempre ofereceu recursos para o trabalho completo, desde a primeira versão.

Com o passar do tempo nosso personagem passou a diversificar seus serviços e também oferecer renderização de imagens com uso do 3D Studio Max, da Autodesk. Os contratos foram se sucedendo e nada dava a entender que ele deveria temer pelo futuro de sua empresa.

Exceto por um 'pequeno' detalhe: o software de renderização 3D Studio que utilizava era uma cópia pirata.
 

 


Sua surpresa não poderia ter sido maior, quando numa manhã comum ele recebeu pelo correio uma carta registrada, com aviso de recebimento, que era uma 'notificação' vinda de um escritório de advogados dando-lhe um prazo de dez dias para que apresentasse a documentação das licenças do software que mantinha em uso para seu trabalho.

Você poderá ver a cópia da notificação, aqui mesmo, folha 01 e folha 02. Leia a carta e imagine por você o que o nosso amigo sentiu quando recebeu a notificação.  Na imagem ocultamos algumas partes, incluindo a identificação do escritório de advogados.  A carta original está de posse do nosso cliente.
 

 

É claro que ele ficou apavorado com as conseqüências desta ação. De repente ficara exposto à ação dos advogados do fabricante de um software que ele usava, mas não tinha como comprovar a legalidade, porque não tinha adquirido licença oficial. Que enrascada!

No seu caso, a solução veio pelo fato de que seu escritório já mantinha licenças registradas do DataCAD. Com isso, ele tratou de eliminar os programas e arquivos de projetos feitos nos softwares não licenciados e passou a incluir ostensivamente nos anúncios a informação de que usava licença legal do DataCAD para fazer seu trabalho.

De uma coisa ele sabe hoje, e dificilmente esquecerá. Seu nome ficou marcado como um possível usuário de software pirata. Talvez nunca mais venha a ter contato com advogados de qualquer outro fabricante de software, mas afirma com naturalidade: "...aprendi a lição por toda minha vida."

 

 

CASOS DE PIRATARIA ACABAM DANDO EXEMPLOS ESPETACULARES

 


Os casos mais emblemáticos envolveram empresas. São os preferidos na Campanha Anti-Pirataria, porque funcionam como verdadeiras caixas de ressonância pelo efeito pedagógico que ocasionam. O acerto só pode ser conseguido com um enorme desembolso. Apesar de muito caro é, no entanto, a única solução, já que a multa pode chegar a 3.000 (três mil) vezes o valor do software não licenciado. Veja trecho na folha 02 da carta.

A empresa é obrigada a comprar todas as licenças que foram identificadas nas suas instalações, além de mandar publicar uma seqüência de vezes, em jornais de grande circulação na sua região, editais anunciando a sua adesão à campanha anti-pirataria e reafirmando seu apoio ao software legal. Esta conta fica sempre muito salgada. Se não aceitar este acordo a empresa simplesmente pode fechar suas portas e o titular processado sem limite de tempo pela infração.

Depois de passado o episódio, nosso colega diz com toda a clareza: "Hoje não quero mais saber de usar software pirata.  Aconselho a aqueles que pensam em usar, que refaçam seus planos.   Ainda há tempo.    O DataCAD resolve tudo o que eu necessito, e não preciso temer pelo futuro do meu trabalho."
 

 

APROVAÇÃO DE PROJETOS EM PREFEITURAS PODE SER PRÓXIMO FOCO

 


Diversas Prefeituras Municipais estão passando a aceitar os projetos em formato digital para análise e aprovação. Isto está acontecendo em todo o Brasil, em municipios de diversos portes.

Pela característica de serem públicos os projetos submetidos à aprovação da prefeitura, por condição da Lei, os autores passam a estar no foco de atenção para quem queira fiscalizar o uso de software pirata.

Deste modo, quem submete projetos à aprovação em formato digital deve estar atento para um tipo semelhante de verificação futura.
Alguns usuários de DataCAD oficial já estão incluindo uma pequena frase no selo dos projetos, informando o número da sua licença, prevenindo-se contra futuros aborrecimentos.
 

 

Agora você pode responder:
O que faria se fosse você a receber um tipo de notificação como essa ?
 
 

 

Conheça as verdadeiras ações que estimulam a pirataria.
Campanha ABES de educação anti-pirataria.

 

Permalink: http://www.datacad.com.br/caso_pirataria.htm